FOTO DISLIPIDEMIA E EXERCÍCIO FÍSICO
Thiago Leal Personal DISLIPIDEMIA DISLIPIDEMIA E EXERCÍCIO FÍSICO

DISLIPIDEMIA E EXERCÍCIO FÍSICO

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A Dislipidemia pode ser definida como alterações metabólicas lipídicas decorrentes de distúrbios em qualquer fase do seu metabolismo lipídico (COLESTEROL TOTAL, LDL, HDL, TRIGLICÉRIDES) que ocasione repercussão nos níveis séricos das suas lipoproteínas onde favorece o desenvolvimento das doenças crônicas não transmissíveis como diabetes, hipertensão. (III Diretrizes Brasileiras de Dislipidemia e Diretriz de Prevenção da Aterosclerose, 2001; DÂMASO, 2001)

A Dislipidemia pode ser classificadas como primárias ou secundárias a primária pode ser genética, a pessoa já nasceu com esse tipo de distúrbio metabólico. Já a secundária são causadas com o decorrer dos anos e do estilo de vida que a pessoa leva como: alcoolismo, tabagismo, obesidade entre outras doenças crônicas. A doença chamada Aterosclerose é caracterizada por um espessamento e estreitamento das paredes dos vasos sanguíneos onde a medida que a placa aumenta nos vasos a artéria pode ficar entupida é onde a pessoa pode infartar. (MAHAN & ARLIN, 1995)

BENEFÍCIOS DO EXERCÍCIO FÍSICO

O estilo de vida que conte com exercícios físicos e alimentação saudável tem sido destacado como aspecto essencial na prevenção e tratamento da cardiopatia isquêmica e previne a doenças aterosclerótica. Modificações dietéticas acompanhadas de um programa de exercício físico aeróbicos irão otimizar as mudanças do perfil lipídico.
(STEFANICK et al., 1998 ORNISH et al., 1998) Para pessoas que tem essa doença crônica a sessão de treino deve ter duração de 60 minutos e intensidade moderada 60% a 80% da frequência cardíaca de pico. De 3 a 5 vezes por semana incluindo: Alongamento dinâmico ou Mobilidade (5 minutos) exercício aeróbicos (30 a 40 minutos) e força muscular (15 a 20 minutos) e exercícios de alongamento estático (5 minutos). (SILVA et al., 2016)

CONCLUSÃO

Se você tem esse diagnóstico médico de DISLIPIDEMIA fique calmo(a) que não é o fim, inicie um programa de exercício físico bem planejado com um professor de educação física especializado em doenças crônicas e faça um programa de alimentação com uma nutricionista e tenho certeza que os resultados irão aparecer.